Whatever - Lion Sant`s Blog

Blog do Leandro Santoro.

13/9/06

Tempos rwins.

Pois eh,
depois de incontáveis tempos instalei um Win98 novamente. Naturalmente não foi para mim. Foi uma desgraça (como nos velhos tempos aliás). Além de ser uma droga ter que digitar 9700 caracteres da chave, tive de procurar um driver de vídeo(em outro computador aliás). Para descobrir qual placa de vídeo era foi simples e sem stress - knoppix. Aproveitando para um crossover, tentei o novo CD do Ubuntu, rolou o boot e a tela dele é MUITO legal, qse virei fã, mas qdo ele ficou pesado para o p233 de 48 de RAM e íncriveis 4GB de Disco (uma raridade mesmo). Aih fui pelo knoopix com init 2(sem interface gráfica).

Bom 595 boots depois, consegui instalar o win98. Gostaria de instalar um linux naturalmente, mas aih ia ser pior… para eles e para mim, uma vez que os donos mal sabem manejar o mouse. Já viu né? suporte direto!Tow fora mesmo. De qualquer forma instalei o OO 2.03, rolou razoavelmente bem, para abrir o writer, dava tempo de tomar um banho, escovar os dentes e cantar "like rolling stone" duas vezes. Tudo bem a configuração mínima é 64MB e o recomendado é 128 e o kra tem 48.
O disco fez tanto swap que parecia que ele entrou num "ronco deadlock".
Ops… lembrei de uma coisa importante! O rwin98 não habilita o DMA por default para o disco IDE, hehehe e lah vamos nós "Botão direito no Meu Computador…." e mais um boot. E quando ele voltou simplesmente não aceitou, tudo bem acontece nas piores famílias.

Bom depois disso tudo, meio "Indiana Jones contra a Janela da Perdição", instalei o micro. Devo entregá-lo ao dono amanhã. Vou tentar aproveitar esse tempo com o monitor para instalar meu Servidor Pessoal Debian, ligo o ssh e devolvo o monitor.

00:49 - Droga! Boa noite :)

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11/9/06

OFF TOPIC - FROM THE CSS KINGDOM

Depois de MUITO tempo sem escrever nada, rolou uma séria crise de tempo (uma vez que não aceito "falta de criatividade"), voltei a postar novamente. O que me motivou foi um e-mail muito legal que eu achei enquanto tava procurando alguma coisa no meu evolution.
Ele foi escrito nos bons e saudosos tempos de asilo arkhan, qdo eu trabalhava com os  amigos Core Dump e o César.

Além disso tinha o  Yves e do Kov (que tinha acabado de chegar). Vou colar o texto para vcs rirem um pouco :)

Só para contextualizar: CSS era o nome da área em que trabalhávamos, no qual o Core era nosso chefe. (Mas tarde o César deu o carinhoso apelido de Asilo Arkhan). Eu estava realizando um proposta para os times de atuação e ficou mais ou menos assim:

Caros habitantes do reino mágico da css,

em minhas viagens místicas entre documentos, tarefas e atribuições, eu Merlin, acabo de fazer algumas modificações nas tarefas entre os grupos da CSS, no wiki.

Espero que o Rei Júnior, assim como todos os cavaleiro da távola comprida possam dar uma olhada.
Fiz modificações para tornar as tarefas mais bem detalhadas e definidas.
Espero pelo consenso de nosso bom e misericordioso Rei. Perseval Yves, Lancelot Kov, e Sir Alexandre Alencastro foram adicionado(na verdade só o kov, pq o yves e o Alencastro já estavam mesmo) ao grupo de Produção, Morte de Dragões, e proteção de castelos.

Sir Wesley e Cesar Augustos estão no grupo de Prospecção de invasão de  reinos e resgates de princesas. 
Os cavaleiros Robertus Maximus, Teotônios Lago, Maurícius Longanimus, Ricardo Coração de Dragão, e Jocênio Marquios (esse nem precisa mudar), são do grupo de elite de  Administração de Rede, manutenção da Paz do País da CGI, monitoração das estradas do reino e cuidado das carruagens.
 
 O último grupo, que eu Leandro Merlin faço parte, junto com o nosso longanime, pacífico e benevolente rei José Eustáquio II, é o de controle de Magias, especificações de castelos, conteções de feitiços malígnos e proteção mágica do reino.
 
 O link mágico é http://xxx/wiki/css:times
 
Espero que seja de ajuda, e nos ajude a manter o foco(hocos-pocos). Estou disponível para sugestões(apesar que no final de contas quem  manda  mesmo é o magnífico, fidedigno, internético, wikipidíco, vossa
 majestade o rei José II).  :)
 
 Att,
 Leandro Merlin Santoro.

criado por lionsant    22:30 — Arquivado em: Sem categoria

2/4/06

SD - Parte V – A discussão com Baractus.

Toca o sinal do colégio, os garotos se formam e logo após todos sobem para suas respectivas salas, e tudo acontece como todos os outros dias.

O estranho é que para Maxi-baltrus, assim como todos os outros meninos normais, a última uma hora e meia de aula, é realmente um grande ato de bravura. Os minutos demoram o dobro do tempo, te dá fome e sede ao mesmo tempo, e é provado fisicamente, que as matérias e os professores ficam mais chatos também. Acredita-se que apenas Chuck Norris conseguiria chegar até o final de todos os tempos sem sentir o impacto, afinal de contas, Chuck Norris, consegue dar um nó em um pingo d’água.

Contudo, como Maxi-Baltrus não é um Galaxy Ranger, ele apenas faz um esforço colossal para conseguir chegar ao final vivo.

O sinal toca, ele, assim como seus colegas ao redor, não conseguem segurar o pequeno grito de alegria, "EHH!!!", ao ouvirem o alarme indicando o final da aula.
Após tocar o sinal, ele recolhe suas coisas com rapidez, e joga tudo dentro de sua mochila, sem se preocupar se tudo vai caber, afinal de contas tudo saiu de lá de dentro mesmo…

Ele passa voando pelos corredores largos das salas(deviam ter umas 10 mais ou menos, nesse segundo andar), antes que ele pudesse chegar a também larga escada que leva ao pátio principal no primeiro andar, alguém fala, "Maxi-Baltrus, tenho uma nova missão para você!".
Ele olha para trás, e vê o rosto redondo, e barbudo do professor de matemática. "Temos problemas com a família Real de Kandar. O tempo é curto." - Conclui o prefessor, "sinal claro, Senhor!" - Responde MB com uma de suas mãos levantadas, e com um sorriso meia lua.

Após isso, o Menino deixa o colégio e corre para sua casa, afinal de contas, ele iria hoje com sua mãe no mercado. Ao chegar em casa, ele passa de forma supersônica pela sala, "hmmm, parece que papai ainda não chegou"- pensa o menino. Correndo para seu quarto, ele pensa
como seria legal se o módulo de tele-transporte que Maxi-Teraí estivesse pronto.

***Abre parênteses***

Maxi-Teraí é o grande mentor do grupo MAGMA(lê-se magma :)), do qual Maxi-Baltrus faz parte. O título Maxi-Teraí é o título máximo que alguém pode alcançar. Pode-se dizer que é um título-composto máximo de bravura, e que é um título depois do título "maxi", que já é mais difícil do que correr de costas por dois dias e não cair no chão.

Durante todo o tempo apenas um número muito pequeno de pessoas conseguiu esse título. E na terra apenas o professor o detêm. Afinal de contas, não é permitido que duas pessoas no mesmo planeta o possuam. De qualquer forma, tal título honorário traz muitas
responsabilidades, como já diria o tio do homem aranha. Um Maxi-Teraí é responsável pela manteneção do equilíbrio e paz (pelo menos em seu planeta), além de ter a responsabilidade de treinar outros.

É bem verdade que a Cartilha Estelar(depois eu esplico, prometi que só vai ter um parêntese por post) ajuda, mas mesmo assim a maioria da lição ainda é com base na experiência. Nas lutas com as feras de espaciais, da sobrevivência nos desertos de Lundarin(com apenas um copo de água e meia dúzia de biscoitos), ou mesmo da fuga dos mertodontes (que algumas espécies existem aqui na terra…). Realmente quem não tem tais experiências práticas, não se pode considerar um maxi, e muito menos um maxi-teraí. Ora bolas!

***Fecha parênteses***

"Ueh… cadê minha mãe…", o garoto pergunta enquanto olha na cozinha e na sala. Contudo, ao andar mais para a sala, ele escuta algo… uma conversa lá no seu quintal: -"Assim não dá! Tenho certeza que foi o garoto! Ele sempre me dá prejuízo." - diz uma voz de homem vinda do quintal.
MB vai quietinho, já sabendo que era dele que ele estava falando, e vê sua mãe com a mão na sintura(nessas poses de mãe qdo falam mal de seu filho), e olha pela janela. “Droga!!! é o Baractus! Ele descubriu que eu libertei o Kandariano!”

“Ele têm nome e se chama Tomas, Tomas do Santos Silva” - Diz a mãe meio que sem paciência. “Caraca, ela falou meu nome todo! Deve estar com raiva dele também!”, lembrou o menino, já sentindo pena de Baractus. “’Tomas’, ‘maxi-balturus’, ‘menino do rio’, pra mim ele é um arruaceiro”, revida Baractus. “Ele é um menino muito educado, bonito, e cheiroso(esses adjetivos que só fazem sentidos para as mulheres e mães), e não fica se metendo com sua velharia e coisas guardadas igualmente velhas e mau cheirosas que o senhor guarda aí no seu quintal.”, detona a mãe, “e qualquer dia, eu vou ligar para a associação de proteção ambiental e delatar seus maus tratos com animais”, continua a mãe chutando o pau da barraca de vez. “E passar bem!”, diz a mãe se virando e indo embora. “E passar roupa!!!” - grita baractus, e sai tirando zangadamente a prisão kandariana, a levando para dentro de sua própria casa.

“Arruma suas coisas, nós vamos para o mercado!”, diz a mãe passado como um raio por MB. “Tah bom… eu acho…”. MB desce do sofá que usou para se debruçar na janela, olha em volta como se recuperando da brigona que viu, mas quando se é criança essa coisas duram muito pouco tempo mesmo, tipo 3 segundos, e de repente um novo pensamento passa pela sua cabeça: “dessa vez eu descubro toda a verdade sobre o menino que vive dentro do super-mercado.”

criado por lionsant    22:29 — Arquivado em: Sem categoria

3/3/06

SD - Parte IV - O Reinício do “Tempo de Ninho”.

Música de fechamento do “Space Rangers”, 11:45 - hora de se arrumar e ir para a escola. Maxi-Baltrus se arruma com uma má vontade que faria até mesmo as flores ao seu lado murcharem, mesmo assim não demora muito.

“Tchau Mãe!” - diz o garoto rapidamente enquanto passa da sala para quintal. Sua Mãe responde, mas ele já se foi. Ele vive correndo, sempre. Contudo, antes de sair ele olha para o quintal do vizinho, e vê que a prisão ainda está aberta, como ele havia deixado. Prestus Baractus ainda não se deu conta do que aconteceu. Ele deixa escapar um pequeno sorriso de contentamento.

A casa do menino não é muito longe do colégio, Maxi-Baltrus até mesmo acredita que ele conseguiria chegar lá com um só fôlego, durante um pequena corrida.

“hmmm será que eu consigo?” - diz o garoto que enche o peito de ar e dispara pela calçada. Seus pés não tocam no chão, ele corre tão rápido que provavelmente sua mochila se desfez. Passa pelo primeiro poste, o segundo, a banca de jornal mas antes de chegar a praça antes da escola (o último ponto antes do colégio) seu pulmão o trai. Ele senta no chão e diz: -“Droga…. puff… puff… droga puff… puff..” - Realmente o garoto sabia que seu pulmão não era o mesmo desde o tempo da sua última viagem de reconhecimento a Lundarin (um planetinha perto de Zumalta e Kamdar). Afinal de contas todos aquela umidade não poderia ser boa coisa.

Bom, em pouco tempo o garoto se recupera e pronto chega a escola. Sua escola era um pouco parecida com os prédios imperiais de Kandar, ou seja um grande muro metade verde e metade branco. O que o garoto não conseguia entender, era como uma arte tão feia (mesmo sendo de origem real), fora copiada. Não é de se estranhar que Kandar seja conhecida pela sua bela música e não pela beleza de seus prédios. Ainda assim, o muro verde se estendia por toda a parte, e dentro do muro tinha um pequeno pátio em que os meninos brincavam de “pique-banda” durante o recreio, uma área com um campinho de futebol (onde os meninos nos intervalos do futebol jogavam carrapicho na roupa uns dos outros), um prédio pequeno de dois andares com umas dez salas de aula e um outra estrutura menor que servia de refeitório.

Ao chegar no portão principal ele consegue ver o pátio e o prédio bem a sua frente.
“Bom dia Seu João!” - Ele cumprimenta o velho zelador, que se vira como querendo ver quem falou, mas quando ele não foi rápido o bastante, quando o acha ele já está a alguns metros de distância, quase no prédio. “Bom dia … Bom dia … Bom dia Garoto!” - responde o titubeante zelador sem esperança de ser escutado.

“Deve ter umas cem milhões de pessoas aqui hoje” - diz o garoto que contou rapidamente a multidão de alunos se amontoando no pátio. “Hoje vai ser um dia MUIIITO chato”.

“Saudações Kandarianas terráqueo!” - diz uma voz entre a confusão de alunos com suas mochilas maiores que eles. “Quem?? Ah tá… você… e QUEM disse que você é um Kandariano?” - Diz o Maxi-Baltrus que reconhece o outro garoto que falou. - “Ué… você, MB!” -responde o outro garoto.
“MB??? Você é surdo e burro?Me chame de Maxi-Baltrus! E eu te disse que você é um Aprasante ainda, e não um kandariano!” -responde MB, quer dizer Maxi-Baltrus.

***Abre Parêntese. Os Kandarianos são um povo receptivo, contudo tem regras bastantes rígidas com forasteiros. Quando alguém quiser ser um Kandariano honorário, ele deve passar por uma série de testes e uma prova final ou então, ganhar o título por honradez (que é MUIIITO mais difícil).

Para fazer os testes, em primeiro lugar, ele tem que ser indicado por alguém que possui o título de Kandariano Honorário, ou um kandariano mesmo(tipo acontece no orkut, por exemplo). Depois disto, ele passa por um período de 39 flaptons sendo observado, em especial por aquele que o indicou. Nesse período de teste(ou “tempo de ninho”), ele deve seguir as ordens do seu indicador e chamá-lo de Praxter(ou professor, mestre). Nesse período ele é chamado de Aprasante.

Após o Aprasante passar por todos os testes e se sair bem, ele pode ser considerado um verdadeiro Kandariano honorário e a partir daí pode ter todos os direitos de um verdadeiro Kandariano. Além de poder escolher sua própria “música-natalícia” (o que aliás, na prática, é a maior vantagem em se um Kandariano Honorário.

****Fecha Parêntese.

“Pronto, por essa insolência vou reiniciar seu ‘tempo de ninho’, vai ter que fazer seus 39 flaptons novamente, Aprasante!” - Diz o Maxi-Baltrus, visivelmente irritado.
“Por favor Praxter!” - diz o Aprasante, quase chorando. “Eu já tinha 34 flaptons!!!”
“Tinha isso tudo mesmo?” - pergunta Maxi-Baltrus.
“Sim” - responde o Aprasante.
“hmmm… talvez eu possa relevar isso. Estou pensando pra ver se você merece”.
“Claro MB!!!” - diz o Aprasente de forma serena e confiante.
“MB?!?!? Pois eu digo: Perdeu, Perdeu!” - diz o Maxi-Baltrus irritado novamente, que se vira e já segue para o lado em que a fila da sua turma está aos poucos se formando.
“Droga… zero de novo…” - lamenta o rapaz que dá um chute ao vento e deixa a mochila no seu braço esquerdo cair no chão lentamente, como se perdesse a força.

Desapontado, o Aprasante, olha para o chão e deixa escapar sem ninguém escutar: - “…será que algum dia conseguirei ser um Maxi?”

criado por lionsant    0:30 — Arquivado em: Sem categoria

1/3/06

SD - parte III - “ex auctoritate legis!”

A mãe sai do quarto pensando sobre o que deveria ser um "zimion", mas não gasta muito tempo nisso. Ela sai do quarto dele passa por um corredor estreito e entra na cozinha. Ao abrir a geladeira, descobre que depois seria bom se ela fosse no mercado. "Talvez depois de deixar o Tomas no colégio…" - pensa ela. "Hmmm, acho que não é uma boa idéia, aposto que ele vai querer ir junto. É acho que ele pode ir comigo."

"Que que tem prá comê, mãe?" - Pergunta o garoto. "Já estou pronto e está começando o ‘Space Rangers’".
Não era de se admirar, Tomas (ou Maxi-Baltrus, como preferir) estuda a tarde, e ele sempre segue sua rotina:
10:30 Começa a ficar triste; 11:00 toma banho; 11:30 almoça na sala e vê seu desenho preferido, o "Space Rangers".

**Abre parêntese. O "Space Rangers" é um desenho muito legal, que segue a mesma fórmula que dá certo a uns 20 ou 30 anos. Um grupo de super-heróis que lutam contra o crime. No caso, monstros inter-galáticos. Tomas sabia os golpes de cada um deles. Como por exemplo, o golpe do urso, o vôo do golfinho (esse bem exótico) e o revolucionário "pulo do soco" que era infalível, e que sempre que se tenta reproduzir na vida real, algo de valor quebra. Estão na lista das vítimas do pulo do  soco um bravo abajur, a coleção de elefantinhos de cerâmica (na verdade deve ter sobrado um terço deles, mesmo feridos), e uma covarde e desleal mesa de centro (que ficava na sala), que ao receber seu golpe fatal, acabou ferindo o  herói com o vidro que voou, foi uma cena BEM triste.

O diferente do Space Rangers é que eles falam seus "bordões", ou aquelas frase que o herói sempre repete, em latim, e os garotos gostam muito, e ficam sempre repetindo também. Fica até um pouco cômico um garoto de 9 ou 10 anos gritar coisas como "ex auctoritate legis" (que significa algo como “pelo poder da lei” ou “pela vontade da lei” ou coisa assim). Ninguém sabe ao certo de onde veio a idéia, mas acabou dando certo. A garotada gosta dessa coisas.

Desnecessário dizer, que ele tem boa parte da coleção de bonecos, menos os veículos, que são bem caros.
**Fecha parênteses.

Sua mãe tem restrições dele almoçar na sala, em especial vendo o Space Rangers. Ele sempre diz que se comporta, mas nunca consegue se conter, e acaba gritando durante cada golpe fatal nos monstros. E com isso, lá se vai arroz por toda mesa, suco no sofá da sala e o que tiver de mais grudento ou que mancha, no tapete da sala. Depois ele fica de castigo e acaba ganhando uma condicional por bom comportamento, e "real arrependimento" - esse último termo foi ele que inventou.

"Bom…" - responde a mãe, como que sendo pega de surpresa e tendo que mudar de raciocínio bruscamente. "é… tem bife com batata frita,o que você acha?
O garoto dá um pulo e levanta a mão para o alto e dá um grito com o indicador estendido, fazendo uma pose heróica e diz: -"ex auctoritate legis!!!"
"Ah Meu Deus quem consegue comer essa comida quase todo dia?" - Fala a mãe.
"Ipse EGOOOOOO! - Responde o garoto, dando outro pulo, rodando o braço em sentido anti-horário e fazendo a mesma pose, só que com o punho fechado.
"Desisto" - diz a mãe com um sorriso meia-lua. "Qualquer dia esse negócio de ‘Space Rangers’ vai me deixar louca…"

O garoto, sorri, vai para sala, senta na poltrona, e espera por mais um episódio, enquanto a comida não chega. Na hora dos comerciais, ele fica pensando como é um absurdo o desenho passar tão tarde… afinal de contas ele tem que ir pra escola, e por isso tem que almoçar nessa hora. Assim, como ele não consegue comer sem olhar para o prato (pelo menos sem sujar tudo em sua volta), ele perde momentos memoráveis do desenho. Quando por exemplo, o líder dos Space Rangers se transformou no seu formato Alpha(algo que só acontece uma vez na vida), nesse dia ele estava acompanhando direitinho, até quando o Space líder pegou o cetro de transformação, nesse momento Maxi-Baltrus deu uma atenção especial para seu macarrão (olha para o prato para enrolar o marcarrão) e quando volta para ver a próxima parte, tudo perdido… ele perdeu toda a transformação do agora alpha Space líder. Para falar a verdade, ele demorou uns 30 segundos para descobrir que era a mesma pessoa e não um outro personagem. Algo lamentável, e para nunca mais ser lembrado. Pensando bem, faz até sentido o bife com batata frita agora… fica mais fácil comer, em especial se o bife já estiver cortado em pedacinhos…
"Mãe, corta o bife em pedacinhos?" - diz o menino.

Como sempre ele acaba engolindo a comida quase que de uma só vez, enquanto vê o desenho. Sua mãe não concorda nem um pouquinho com isso, mas entende que arrumaria uma briga de proporções universais se mexesse com os Space Rangers.

“Tudo bem Tomas, agora se arruma logo, está na hora da escola”.- Diz a mãe da cozinha.

Ele vira, abre o armário pequeno, pega um tempero para o bife, fecha o armário e um pensamento sai quase que de forma espremida entre os pensamentos culinários: -“Pelo menos ele não tem aula com aquele professor maluco de matemática hoje…às vezes fico até com um pouco de medo dele.”

criado por lionsant    0:52 — Arquivado em: Sem categoria

26/2/06

SD - parte II - Aquele de 2500 flaptons.

O menino desce do banco, deixa a chave de fenda no chão e enquanto tira o banco para levar para dentro ele fala: "missão ‘comprida’!"
-"espero que você não esteja falando de uma missão grande…" - diz uma voz bonita e suave de uma pessoa que chega ao quintal.
-"Como assim?" -pergunta o menino com a testa franzida.
-"Deixa pra lá. Já tá pronto para ir para a escola?" - diz a mulher.
-"Eu não preciso!" - responde o menino com um sorriso meio lua.
Sua mãe se vira, deixa o que está fazendo olha pro menino nos olhos, bota uma das mãos na cintura(nessas poses de mãe) e pergunta:
-"Ah é? Essa eu quero saber…por que você não precisa ir a escola?"
O menino, coloca as duas mãos na cintura, e olha para o alto (como uma pose de um super herói) e diz:
-"Já está encomendado meu módulo de conhecimento automático!"
-"Ah tah… você já me falou." - E a mãe se vira, fazendo cara de quem escuta uma conversa MUIIITO chata e volta a fazer o que estava fazendo.
-"Sério Mãe, ele deve chegar na segunda-feira" - replica o menino.
A mãe escuta mas sem se mostrar muito sensibilizada responde:
-"Tudo bem, mas enquanto isso, você vai para a escola. Escutou Tomas?"
-"Maxi-Baltrus, por favor." -Replica o garoto que sai do quintal e entra na casa e leva o banquinho.
-"Ah claro senhor Maxi-seiláoquê…"- Diz a mãe que se vira e não encontra mais o garoto.

Ao subir ao seu quarto, Maxi-Baltrus olha sua caderneta de sobrevivência e na parte intitulada "Contador de vida" ele descobre algo fantástico - ele acaba de completar seus 2500 flaptons de idade.

**Abre parêntese - um flapton tem a duração de um dia menos uma hora, ou seja 23 horas. Essa medida foi criada em zumalta(um planetinha perto de kandar), é muito conhecida e tem suas vantagens. Por exemplo, uma coisa legal de contar sua idade em flaptons é que a cada dia você fica mais velho o que, convenhamos, aos seus sete anos é algo bem legal.
Em Zumalta, quando alguém consegue chegar a seus 1000 flaptons, ele é considerado um verdadeiro ancião, isso por que a vida média dos zumaltanianos fica em torno de uns 800 a 1000 flaptons, tirando algumas raras excessões. E o mais interessante é que quando um zumaltaniano chega ao fim de sua vida, ele não morre igual os humanos, na verdade eles viram algo parecido com vitamina de abacate. É muito comum os empregados dos supermercados zumaltanianos reclamarem quando alguém morre (quer dizer "passa para o lado líquido" - como os zumaltanianos chamam a morte deles) dentro do supermercado. O faxineiro fica bastante zangado quando isso acontece…
Além disso vale dizer, que como fica difícil contar dias de 23 horas, na prática quem não é zumaltaniano, acaba contando um flapton por dia mesmo…  - Fecha parênteses**

O garoto dá um pulo joga sua caderneta de sobrevivência longe, e grita - "dois mil e quinhentos flaptons!!!!" Nessas horas de pura emoção às vezes é difícil encontrar palavras mais elevadas mesmo… De qualquer forma não é qualquer um que consegue chegar na marca de 2500 flaptons(o Zumaltanianos que o digam!).

De repente a mãe entra no quarto e pergunta. "Que barulheira é essa, senhor Tomas dos Santos Silva?" - com aquele tom irônico que as mães fazem quando te chamam de senhor e ainda com um pouquinho de raiva por que ela falou o nome e sobre nome todo…
"Acabei de fazer dois mil e quinhentos flaptons!!!" - Responde o menino com um sorriso que não cabia no rosto.
"Sério??" - Responde a Mãe. "Mas são dois mil e quinhentos EXATOS?"
O garoto abaixa a cabeça, leva o indicador e o polegar ao queixo, levanta uma sobrancelha e responde - "bom pra falar a verdade… acho que já deve ter passado alguns zimions desde que isso aconteceu…"

criado por lionsant    17:48 — Arquivado em: Sem categoria

22/2/06

Superstar Dreamer - PRELUDIO.

Olá amigos,

a partir de hoje vou publicar minha novel de 30 capítulos, chamada superstar dreamer. Espero que o alex não se irrite de eu utilizar um título de autoria dele(ele tem uma música muito legal com esse nome). De qualquer forma, durante os próximos dias vou ir postando até completar a história. Não sei se o blog é o melhor lugar, mas por enquanto será aqui mesmo. Well, here it goes:

The Superstar Dreamer - parte 1/30

EPÍLOGO
O garoto corre e pega o banquinho de madeira. Ele precisa alcançar a altura de dois pulos altos, mas como ele só pode dar um de cada vez, bem… ele usa o banquinho.
Mesmo tendo a altura certa, ele precisa de mais alguma coisa para abrir a prisão. Ele olha em volta: -um par de sapatos, um ventilador e um controle de video game - nada disso ajuda muito. Ele deveria procurar em outro lugar… mas onde? Bom, seja onde for, definitivamente não é nesse quarto, então ele corre para a outro quarto.

O outro quarto é um pouco menor, e BEM mais bagunçado - mesmo sabendo que sua mãe acha que seu quarto é o mais bagunçado do mundo, mas tudo bem. Nesse quarto pequeno tem uma táboa de passar, um monte de comida guardada e -"espera… claro… que burrice…" -diz o garoto, "a caixa de ferramentas!". Ele abra rapidamente e pega uma chave de fenda. Ela é grande do tamanho de uma mão de adulto aberta, e tem o cabo verde - e serve para abrir a prisão.

Ele tenta levar o banquinho e a chave de fenda junto, mas ela fica rolando de cima do banquinho - que droga. E ele acaba tendo que fazer duas viagens e levar um de cada vez. Ele vai até seu quintal, encosta o banquinho perto do muro, que não é um muro muito alto, feito de tijolo e cimento, sem pintura, daquele tipo que fica cheio de pontinhas que machucam, (mas que se você esfregar um isopor fica parecendo neve), e depois disso ele sobe no banco. Ele olha e consegue ver… ele deixa escapar a frase:
-"Definitivamente é um kandariano." -Naturalmente se referindo ao prisioneiro. e continua: "Ele deve estar aí uns dois ou três dias. Mas pode deixar amigo, Maxi-baltrus te tira dai".
Na ponta dos pés, e com seu braço por cima do muro, já saindo do seu quintal, ele levanta a chave-de-fenda  e tenta empurrar para cima o ganchinho que prende a gaiola, digo prisão. Ele tenta a primeira vez mas naum consegue, ele para um pouco e olha de novo para o kandariano.
"hmmm…" - deixa escapar num som meio bovino - "ele parece ser da família real kandariana."*

*Abrindo um parêntese - Os Kandarianos, como o próprio nome sugere, vivem em kandar - que é um lugar muito legal, com mares de gelatina vermelha (que no inverno ficam verde), desertos de mm’s, chuvas de refrigerante (que perde o gaz antes de chegar no chão), e ruas bem grandonas - que ninguém usa pq lá todo mundo voa mesmo…
Os kandarinos tem um dom especial, cada um sabe uma música diferente, que é só dele - isso mesmo, cada kandariano sabe uma música desde que ele nasce(eles chamam de "música-natalícia"), e nunca mais esquece durante toda sua vida. O triste é que eles só conseguem cantar sua própria música-natalícia, e apesar de os kandarianos utilizarem todo seu tempo livre cantando e se exercitando musicalmente, para quem escuta… bem fica bem chato e repetitivo depois de pouco tempo.
Toda Kandar é um grande reino, com uma única família real. Não conta pra ninguém, mas você consegue saber quando um kandariano é da família real quando ele mexe duas vezes a asa esquerda e uma a direita. É um grande segredo kandariano, então toma cuidado pra quem você conta. Fecha parêntese*

"Não consigo entender como alguém pode ser tão mau a ponto de prender um kandariano." -pensou o garoto mais uma vez.

Antes do próximo pensamento, ele tenta mais uma vez, só que desta vez com a determinação que ele conseguiria - na verdade ele sabia que conseguiria, se não ele não teria "maxi" em seu nome. Ele se estica todo e segurando a chave-de-fenda pela ponta de seus dedos, ele tenta abrir o gancho. Tenta uma vez e passa longe. Tenta a segunda vez e o gancho abre… mas cai exatamente na mesma posição, se fechando novamente, "vai gancho idiota" -diz o garoto todo torto e esticado e finalmente, na terceira vez ele consegue. A portinha se abre lentamente.

O kandariano parece meio confuso, fica parado um tempo, como que se estivesse com um pouco de vergonha por que se deixou ser preso de forma tão boba. Ele reluta um pouco, e mesmo sabendo que vai ficar devendo um favor para maxi-baltrus, ele dá seu primeiro passo. Mais um, e outro, coloca sua cabeça para fora e então acaba voando pro lado de fora e pousando no fio do poste telefônico na rua.
"De nada!" - grita o garoto."Vê se toma mais cuidado da próxima vez."
Deixando escapar um sorriso ele diz: -"Baractus não vai gostar nada disso…"

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21/2/06

Souma yergon, sou nou yergon-we’re shakin the tree

whats up dudes?

faz um tempinho que não envio nenhum post, na verdade é por causa da correria que tem sido aqui em Brasĩlia. Sábado finalmente consegui configurar o WPA SUPPLICANT que é um software que permite que máquinas Linux consigam conectar via wi-fi com criptografia. Agora posso fazer com que meu notebook do trabalho consiga conectar com o AP aqui de casa. O engraçado foi que eu tinha tentado um tempão antes e naum tinha conseguido, e sábado acordei de manhã e na primeira tentativa - pimba! Foi até meio engraçado, que eu fiquei tão surpreso que sai cantando:
"Souma yergon, sou nou yergon, we are shakin’ the tree
Souma yergon, sou nou yergon, we are shakin’ the tree" - que é parte da música shake the tree do Peter Gabriel. :)
(Acho que a tradução para o o Inglês é algo como "If we had known, if we only had known - we are shakin’ the tree")

Essa semana teve uma esposição de plastimodelismo no Conjunto Nacional, aqui em Bsb. Cheguei bem no final e só vi alguns, mas pareciam bem legais. Mas fiquei maluco mesmo foi com a miniatura do "YAMATO" - o navio espacial do Starblazers ou "Patrulha estelar" - como ficou conhecido o anime aqui no brasil nos anos 80. Sou doido por essas coisas :) Só para constar na minha mesa de trabalho aqui em casa tenho um boneco do starscreen (aquele transformer que sempre apanhava do megatron).

Pois é tô sem criatividade nenhuma e com muito sono… mesmo assim vou dar um palpite musical de hoje. A dica fica em duas músicas legais dos anos 80…a boa pedida é <..fui pegar o ipod…> "The whole of the moon", dos waterboys (dica do amigão Ricardo), e "99 red ballons", duma cantora alemã chamada nena(mais uma one hit song band). Talvez até vc já tenha ouvido na rádio. :)
 

criado por lionsant    0:49 — Arquivado em: Sem categoria

15/2/06

Back to the old goodies …

Waassup dudes?

Recentemente descobri algo bem legal - que se pode ler novamente HQ agora no computador. Isso mesmo, depois de muito tempo, pude ler novamente clássicos como a morte/retorno/stuff do super-homem, e crisis nas infinitas terras, e dozen de revistas do lanterna verde e quarteto fantástico.

Bom é bem verdade que em algumas vezes me senti meio desiludido com o que eu gostava (como que vendo o zipper no monstro que lutava com o spectreman), mas ainda assim tinha coisas muito legais. Um bom exemplo disso, é o que na minha opnião é a VERDADEIRA morte do super homem. Pois é pra mim ele morreu em "O que aconteceu com o Homem de Aço?" (ou Superman - Whatever Happened to the Man of Tomorrow) do Alan Moore. O que é a melhor história do Super de todos os tempos. Gosto muito de alguns roteiros do Alan Moore (como a piada mortal - do batman, por exemplo), mas acho que nesse ele se superou.

Tinha lido originalmente essa história em 1991 (vinha numa superpowers da vida), e vinha com duas histórias essa que eu falei e a tb fantástica "Para o Homem que tem tudo…" - muito fantastica tb.

A primeira fala de uma história "de faz de conta" da morte do super-homem. A história começa com uma entrevista da lois lane, já casada em bem mais velha, contando a história dos últimos dias do super. É bem interessante, como que por algum motivo, nos últimos dias os piores inimigos do super ficaram mais sanguinários e desencadearam uma reação em cadeia que que levaram ao um ápice qdo descobrem a identidade secreta do super. Dessa forma, isso causou sérios problemas, pq seus inimigos começaram a atacar os amigos de clark. Com medo de que algo acontecesse de errado com eles, e realmente eles qse morreram, ele resolve os levá-los para fortaleza do solidão. Bom, o resto dos eventos é muito legal, mas não acho muito justo contar o resto, pq acredito que alguns queiram lê-la. :)

A história se passa após a crise nas infinitas terras, contudo moore fez questão de contar com elementos clássicos como o Kripto(o cachorro do super para quem naum lembra) e a cidade "encolhida" na garrafa (que eu esqueci o nome mesmo). Eu acho que prefiro essa época de verdade …

Apenas um ponto alto, é o encontro dele com a super-girl, que avança no tempo para procurá-lo, contudo para uma época que ela já estava morta. Ela vai com uns caras do futuro que viajam no tempo, mas que naum podem interferir(pelo menos teoricamente, ou eles juraram ou coisas assim). Qdo o super encontra Brainiac 5 e a galera ele já sabe que algo ia acontecer com ele, e que eles foram se despedir. Isso cria um clima de despedida realmente, e dá a história um tom bem humano, com um pouco de angústia, num ritmo legal, típico de história dos anos 70 ou início dos 80.
Foi uma sacada legal, e no contexto da história ficou bem legal. Principalmente, pq eu particularmente acho que os roteiristas naum conseguem conceber o super parecer humano o bastante para que as pessoas possam se identificar com ele e consequentemente as histórias saírem interessantes, mas concordo que é bem difícil. Bom,  moore foi um gênio nesse aspecto.

A outra tb foi muito legal ("Para o homem que tem tudo"). É a história em que o vilão Mongul, traz uma parasita doido (tipo alien 8o. passageiro - eu e minhas referências dos anos 80…) que faz com que a vítima fica num estado de extase(fora da realidade) e tipo tendo um sonho das seus maiores sonhos se realizando - numa realidade só dela. Ele explica que a vítima fica em extase eternamente pq quer, ou seja ele naum deseja sair do transe pq tah gostando. Voltando a vaca fria, no aniversário do super O batman, a mulher maravilha e o robin(ainda o Jason Todd), vão levar presentes para ele, e o encontram com essa planta. Bom mongul aparece, e então rola um telecat. Enquanto isso o super tá no mundo das nuvens… sonhando… no mundo perfeito dele, ele está em kripton, com mulher e filho vivendo uma vida normal, seu pai tinha errado na previsão de destruição do planeta.

A história é bem legal tb… a única coisa que achei chato, é que achei meio curta, poderiam ter explorado mais sua vida em kripton… mas mesmo assim é uma grande história.

Bom se vc já tah querendo ler algumas coisas, primeiro vc precisa de um software para isso. Para GNU/Linux tem o excelente comix (no debian sid tem, naum sei se tem no sarge …) e para rWindows tem o CDisplay, que tb é legal. O formato é .cdb ou .rar. Na verdade, o .cdb é um um montao de imagens (em geral .jpeg)  compactados com o rar. Mas os softwares abrem os dois.

Como dica de música eu fico com Ohio do Crosby, Stills, nash and Young. Muito legal que fala sobre 4 jovens foram mortos pela polícia em ohio enquanto protestavam contra a guerra do vietnan - Achei legal.
E falando de protesto, naum esqueça de ouvir Buffalo Springfield "For What its Worth" (que CSNY cantam tb, mas a versão do Buffalo Springfield é mais legal), que tem letras bem legais e inteligentes. Mas ambas pra mim só vale como diversão e cultura :)

Thats all folks :)

criado por lionsant    23:46 — Arquivado em: Sem categoria

14/2/06

Behind the Magic…

Whats up dudes?

depois de muito tempo eu voltei a postar coisas. Realmente foi uma semana de correria - Editais de servidores, lutas de light saber entre eu e meu chefe nas lojas americanas, DOS no site, e outras coisas que podem destruir o universo.

A parte do site foi a mais engraçada, tipow o site da instituição que eu trabalho caiu, e eu na minha ingenuidade fui dar um nmap no cara, e depois de um tempo o suporte de operações disse que foi um ataque de DOS (deny of service) - Naturalmente que naum fui eu. Mas, como é de custume o pessoal ficou me zoando durante toda tarde.

Uma outra novidade legal são os chats do gmail (gtalk pelo gmail) ficou muito show, pena que só para a interface em inglês por enquanto. E uma mão na roda ter todos os seus contados e já acrescentá-los no seu instant messanger gtalk. O legal é que é via porta 80, assim passa pelo firewalls e proxy. Contudo adms de rede naum se desesperem, o senhor doutor mestre dos magos Yves Junqueira (aka "espírito que anda") já encontrou uma maneira de acabar com a alegria dos usuários(e tah certo mesmo!).

Deixando o papo técnico chato de lado… Essa semana descobri que gostaria de ser escritor. Acho que tenho o dom… assim como eu achava que tinha o dom de desenhar na 6a. série, de fazer esculturas no 2o. grau, e achava que tocava violão e guitarra tb… :) Mas é que eu me divirto com essas coisas. Naturalmente, gostaria de fazer algo mas voltado pro público juvenil, com piadas engraçadas(acho que só crianças e mulheres riem das minhas piadas mesmo) e bom gosto nas histórias. Quem sabe um dia eu escrevo alguma coisa.

O fato é que depois que eu deixei de compor - tipo 3 anos atrás. Nada mais rolou… Acho que parei de compor na época que comecei a namorar(, estranho né?). Lembro que era muito legal, e tinha umas letras bem legais mesmo. Pra naum falar que naum compus nada, já em brasília, a uns 3 meses atrás eu compus uma melodia e uns 2 ou 3 versos, ainda inacabados. A primeira é "Charlie, Duncan and Me" numa música que faz uma analogia a um pai querendo cuidar dos 2 filhos ainda pequenos. Ah e fiz outra coisa… chamada "Something that i’d really made" - naturalmente os nomes são provisórios. Essa última eu fiz uma boa melodia e acabei cantarolando algumas coisa… mas ficou sem letras ainda e sem refrao.

Lembro de uma coisa legal que aconteceu na minha vida em meu quarto alugado "no meio de uma reserva ambiental". Isso mesmo, a casa que eu moro fica numa APA(Área de Preservação Ambiental) - o que eu gosto, é MUIIIITO tranquilo, e como cerca de 1/3 de minha vida é dormindo :) …. Bom, voltando à estória, faz uns 3 meses… eu levei o violão pra fora e comecei a tocar umas músicas antigas, qdo eu toquei uma música do cold play (acho que .. ah sei lah…) cara apareceu um passarinho, pousou do meu lado e… cantou!!! krak e antes eu naum conseguia nem que meu cachorrinho ficasse perto! foi legal, mas ele ficou só até final da música, acho que ele num gostou da outra, ou achou que ele deveria fazer sua carrera solo com músicos melhores :)

O que eu achei mais estranho foi que se fosse a alguns anos eu teria espantado ele ou coisa parecida… mas foi estranho… qse o vi como outra pessoa ali… acho que nunca pensei nos animais desse jeito. Pra mim eles sempre foram… sem importância. Foi legal ele me ter dado atenção espontâneamente. Acho que vc vai ficando mais velho e seus valores vao mudando tb. :)

Minhas 2 dicas da semana para música vão para o disco "Antes do Fim" do Bacamarte - Absolutamente sem comentários (progressivo nacional de primeira, raridade, obra de arte, e uma história íncrivel).
E as músicas avulsas "Baby, Now That I’ve Found You" do The Foundations (da trilha sonora do "shallow hal" - O Amor é cego) - muito divertida, e a outra "You Will Be My Ain True Love" com participação do Sting - muito legal como um irish-chant-stuff … trilha sonora do filme Cold Mountain - que naum gostei muito naum…

Acho que no mais é isso.

Qto a luta de light saber, fiquem tranquilos, ninguem morreu :)

criado por lionsant    22:01 — Arquivado em: Sem categoria
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